Vivência em palhaçaria encerra ciclo de oficinas do II Festival de Teatro do Tapajós

A programação formativa do II Festival de Teatro do Tapajós terminou no sábado (21) com a última das cinco oficinas realizadas durante o evento. A atividade aconteceu no Sesc, em Santarém, oeste do Pará, e foi conduzida pelas artistas Marina Quinan e Juliana Balsalobre, da dupla de palhaças Las Cabaças.

A proposta da vivência foi apresentar elementos da palhaçaria tradicional por meio de conversa e exercícios práticos. Durante a atividade, os participantes puderam experimentar cenas improvisadas e entender como funciona o jogo de dupla, uma característica desse tipo de atuação e diferente da comédia moderna.

A oficineira Marina Quinan explica que a atividade também é um momento de aproximação com pessoas interessadas na linguagem da palhaçaria.

“Essa vivência é muito legal porque a gente acaba conhecendo pessoas que querem se aprofundar ou pelo menos saber um pouco mais da palhaçaria, que tem diferenças em relação ao teatro, principalmente na técnica e no trabalho físico. É muito bom se aproximar de quem tem essa curiosidade e esse interesse”, afirmou.

Para Juliana Balsalobre, integrante da dupla Las Cabaças, os festivais têm um papel importante ao promover encontros e troca de experiências entre artistas e público.

“A arte está no dia a dia e provoca reflexão, pensamento e também alegria. Durante muito tempo a palhaçaria foi vista como uma arte menor, mas hoje muita gente tem se interessado por essa linguagem. E o mundo está precisando de humor, leveza e graça”, comentou.

Entre os participantes estava Gilmar Belo, que aproveitou a oficina para aprender novas formas de expressão.

“Eu gosto da palhaçada. A gente nasce sem saber e morre aprendendo. Tudo que a gente aprende é importante para a vida. A gente também precisa se divertir e aproveitar os momentos”, disse.

Ao todo, cinco atividades formativas fizeram parte da programação do festival. As oficinas abordaram diferentes temas, como processos de criação teatral, orientações sobre registro profissional de artistas e práticas voltadas para inclusão e diversidade nos palcos.

“As atividades foram enriquecedoras e o balanço é positivo. Cada grupo também trouxe a contrapartida de compartilhar conhecimento com o público que participou das oficinas”, afirmou Mohammed Flexa, coordenação do festival.

O II Festival de Teatro do Tapajós encerra neste domingo (22). Os espetáculos também estão sendo transmitidos pelo canal do YouTube do Grupo Olho D’água, com tradução em Libras e, posteriormente, serão disponibilizados com audiodescrição.

O evento conta com patrocínio do Ministério da Cultura e da Equatorial Energia Pará, por meio da Lei Rouanet.

A programação formativa do II Festival de Teatro do Tapajós terminou no sábado (21) com a última das cinco oficinas realizadas durante o evento. A atividade aconteceu no Sesc, em Santarém, oeste do Pará, e foi conduzida pelas artistas Marina Quinan e Juliana Balsalobre, da dupla de palhaças Las Cabaças.

A proposta da vivência foi apresentar elementos da palhaçaria tradicional por meio de conversa e exercícios práticos. Durante a atividade, os participantes puderam experimentar cenas improvisadas e entender como funciona o jogo de dupla, uma característica desse tipo de atuação e diferente da comédia moderna.

A oficineira Marina Quinan explica que a atividade também é um momento de aproximação com pessoas interessadas na linguagem da palhaçaria.

“Essa vivência é muito legal porque a gente acaba conhecendo pessoas que querem se aprofundar ou pelo menos saber um pouco mais da palhaçaria, que tem diferenças em relação ao teatro, principalmente na técnica e no trabalho físico. É muito bom se aproximar de quem tem essa curiosidade e esse interesse”, afirmou.

Para Juliana Balsalobre, integrante da dupla Las Cabaças, os festivais têm um papel importante ao promover encontros e troca de experiências entre artistas e público.

“A arte está no dia a dia e provoca reflexão, pensamento e também alegria. Durante muito tempo a palhaçaria foi vista como uma arte menor, mas hoje muita gente tem se interessado por essa linguagem. E o mundo está precisando de humor, leveza e graça”, comentou.

Entre os participantes estava Gilmar Belo, que aproveitou a oficina para aprender novas formas de expressão.

“Eu gosto da palhaçada. A gente nasce sem saber e morre aprendendo. Tudo que a gente aprende é importante para a vida. A gente também precisa se divertir e aproveitar os momentos”, disse.

Ao todo, cinco atividades formativas fizeram parte da programação do festival. As oficinas abordaram diferentes temas, como processos de criação teatral, orientações sobre registro profissional de artistas e práticas voltadas para inclusão e diversidade nos palcos.

“As atividades foram enriquecedoras e o balanço é positivo. Cada grupo também trouxe a contrapartida de compartilhar conhecimento com o público que participou das oficinas”, afirmou Mohammed Flexa, coordenação do festival.

O II Festival de Teatro do Tapajós encerra neste domingo (22). Os espetáculos também estão sendo transmitidos pelo canal do YouTube do Grupo Olho D’água, com tradução em Libras e, posteriormente, serão disponibilizados com audiodescrição.

O evento conta com patrocínio do Ministério da Cultura e da Equatorial Energia Pará, por meio da Lei Rouanet.

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