Espetáculo “O Doce e o Amargo do Nariz Vermelho” encerra o II Festival de Teatro do Tapajós

Apresentação de circo-teatro fechou seis noites de programação gratuita, com grupos de três estados e atividades de formação artística em Santarém.

O espetáculo “O Doce e o Amargo do Nariz Vermelho”, do grupo Uma Trupe de 3, do Amapá, fechou a programação da segunda edição do Festival de Teatro do Tapajós. A apresentação aconteceu na noite de domingo (22) e reuniu elementos de circo e teatro.

No palco, Paulinho Bastos, Osvaldo Simões e Sandro Brito dividiram histórias e experiências na arte em um momento de troca com a plateia. O “nariz vermelho”, que dá nome ao espetáculo, aparece como símbolo da arte de quem segue contando histórias na Amazônia.

“ O espetáculo engloba as nossas experiências, tudo que a gente viveu e vive na arte na Amazônia, já que a gente tá longe do centro cultural do Brasil, apesar disso a gente tá mostrando a cada passo, que temos força e identidade”, enfatizou Sandro Brito.

Quem foi prestigiar a última noite de espetáculos também saiu com boas impressões da apresentação.

“Eu achei o máximo, eu recebi o convite para prestigiar e achei maravilhoso, a cultura nortista em peso e sendo demonstrada, um privilégio” – destacou Adriele

Todas as apresentações foram gratuitas e tiveram recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição.

“Um sentimento de dever cumprido, casa cheia todos os dias. O festival teve uma grande abrangência, conseguindo alcançar o público e superando as nossas expectativas”. Ressaltou Mourrambert Flexa, membro da coordenação do festival.

O II Festival de Teatro do Tapajós contou com o patrocínio do Ministério da Cultura e da Equatorial Energia Pará, por meio da Lei Rouanet.

Apresentação de circo-teatro fechou seis noites de programação gratuita, com grupos de três estados e atividades de formação artística em Santarém.

O espetáculo “O Doce e o Amargo do Nariz Vermelho”, do grupo Uma Trupe de 3, do Amapá, fechou a programação da segunda edição do Festival de Teatro do Tapajós. A apresentação aconteceu na noite de domingo (22) e reuniu elementos de circo e teatro.

No palco, Paulinho Bastos, Osvaldo Simões e Sandro Brito dividiram histórias e experiências na arte em um momento de troca com a plateia. O “nariz vermelho”, que dá nome ao espetáculo, aparece como símbolo da arte de quem segue contando histórias na Amazônia.

“ O espetáculo engloba as nossas experiências, tudo que a gente viveu e vive na arte na Amazônia, já que a gente tá longe do centro cultural do Brasil, apesar disso a gente tá mostrando a cada passo, que temos força e identidade”, enfatizou Sandro Brito.

Quem foi prestigiar a última noite de espetáculos também saiu com boas impressões da apresentação.

“Eu achei o máximo, eu recebi o convite para prestigiar e achei maravilhoso, a cultura nortista em peso e sendo demonstrada, um privilégio” – destacou Adriele

Todas as apresentações foram gratuitas e tiveram recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição.

“Um sentimento de dever cumprido, casa cheia todos os dias. O festival teve uma grande abrangência, conseguindo alcançar o público e superando as nossas expectativas”. Ressaltou Mourrambert Flexa, membro da coordenação do festival.

O II Festival de Teatro do Tapajós contou com o patrocínio do Ministério da Cultura e da Equatorial Energia Pará, por meio da Lei Rouanet.

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