Primeira oficina do II Festival de Teatro do Tapajós aborda contação de histórias da cultura popular amazônica

Lendas, mitos e contos da cultura amazônica fizeram parte da atividade que abriu a série de oficinas.

A primeira oficina da programação formativa do II Festival de Teatro do Tapajós foi realizada na tarde desta terça-feira (17), no Sesc Santarém. A atividade abriu a série de cinco oficinas gratuitas que integram o evento.

A oficina “Narração e Leitura de Histórias da Cultura Popular Amazônica”, conduzida por Francisco Vera Paz, do Grupo Teatral Kauré, apresentou aos participantes lendas, mitos e contos que fazem parte da cultura e da identidade da região.

Durante a atividade, os participantes trabalharam técnicas de narração oral e leitura mediada, além de refletirem sobre as próprias memórias e experiências como ponto de partida para contar histórias.

Segundo o oficineiro, a proposta também tem ligação com o espetáculo apresentado pelo grupo na abertura da programação.

“Estou realizando a oficina de narração e leitura de histórias da cultura popular amazônica, articulando também o espetáculo que foi apresentado ontem pelo meu grupo de teatro. Nós vamos estar articulando essas memórias, essas histórias, os conteúdos afetivos e narrativos de cada participante”, explicou Francisco Vera Paz.

Entre os participantes está Glicilênio Evaristo, estudante da área da educação que atua em escolas do município de Mojuí dos Campos. Para ela, a oficina pode ajudar a levar novas experiências culturais para o ambiente escolar.

“Nós vimos a importância de levar essa narrativa para dentro das escolas, para compartilhar com os alunos nas escolas em que a gente trabalha.” – disse.

As oficinas acontecem de 17 a 21 de março, no Sesc Santarém, com artistas dos grupos participantes. Nesta quarta-feira (18), a programação segue com a roda de conversa “Montagem de Morte e Vida Amazônida”, com o grupo Iurupari.

Segundo a coordenação do festival, as atividades são uma oportunidade de formação e troca de experiências para quem quer se aproximar do teatro. Ao todo, são cinco oficinas gratuitas, com vagas limitadas.

“As oficinas são fundamentais para formar novos artistas e fortalecer a cultura local. Elas promovem troca de saberes, valorização da identidade amazônica e a qualificação profissional, tudo de forma gratuita e acessível. Durante o festival, os participantes poderão vivenciar oficinas práticas de interpretação, aprender como tirar o DRT e participar de rodas de conversa”, afirma Enzo Gabriel Dezincourt, da coordenação do festival.

O II Festival de Teatro do Tapajós começou na noite de segunda-feira (16), no auditório Maestro Wilson Fonseca, no campus Rondon da Ufopa. O evento conta com patrocínio do Ministério da Cultura e da Equatorial Energia Pará, por meio da Lei Rouanet.

Serviço:
Oficinas de Formação Artística do II Festival de Teatro do Tapajós

Datas: 17 a 21 de março/2026
Local: Sesc Santarém – Rua Wilson Dias da Fonseca, 535 – Centro
Entrada: Gratuita (vagas limitadas)
Mais Informações: festeatrotapajos.com.br/ii-festival-oficinas

Lendas, mitos e contos da cultura amazônica fizeram parte da atividade que abriu a série de oficinas.

A primeira oficina da programação formativa do II Festival de Teatro do Tapajós foi realizada na tarde desta terça-feira (17), no Sesc Santarém. A atividade abriu a série de cinco oficinas gratuitas que integram o evento.

A oficina “Narração e Leitura de Histórias da Cultura Popular Amazônica”, conduzida por Francisco Vera Paz, do Grupo Teatral Kauré, apresentou aos participantes lendas, mitos e contos que fazem parte da cultura e da identidade da região.

Durante a atividade, os participantes trabalharam técnicas de narração oral e leitura mediada, além de refletirem sobre as próprias memórias e experiências como ponto de partida para contar histórias.

Segundo o oficineiro, a proposta também tem ligação com o espetáculo apresentado pelo grupo na abertura da programação.

“Estou realizando a oficina de narração e leitura de histórias da cultura popular amazônica, articulando também o espetáculo que foi apresentado ontem pelo meu grupo de teatro. Nós vamos estar articulando essas memórias, essas histórias, os conteúdos afetivos e narrativos de cada participante”, explicou Francisco Vera Paz.

Entre os participantes está Glicilênio Evaristo, estudante da área da educação que atua em escolas do município de Mojuí dos Campos. Para ela, a oficina pode ajudar a levar novas experiências culturais para o ambiente escolar.

“Nós vimos a importância de levar essa narrativa para dentro das escolas, para compartilhar com os alunos nas escolas em que a gente trabalha.” – disse.

As oficinas acontecem de 17 a 21 de março, no Sesc Santarém, com artistas dos grupos participantes. Nesta quarta-feira (18), a programação segue com a roda de conversa “Montagem de Morte e Vida Amazônida”, com o grupo Iurupari.

Segundo a coordenação do festival, as atividades são uma oportunidade de formação e troca de experiências para quem quer se aproximar do teatro. Ao todo, são cinco oficinas gratuitas, com vagas limitadas.

“As oficinas são fundamentais para formar novos artistas e fortalecer a cultura local. Elas promovem troca de saberes, valorização da identidade amazônica e a qualificação profissional, tudo de forma gratuita e acessível. Durante o festival, os participantes poderão vivenciar oficinas práticas de interpretação, aprender como tirar o DRT e participar de rodas de conversa”, afirma Enzo Gabriel Dezincourt, da coordenação do festival.

O II Festival de Teatro do Tapajós começou na noite de segunda-feira (16), no auditório Maestro Wilson Fonseca, no campus Rondon da Ufopa. O evento conta com patrocínio do Ministério da Cultura e da Equatorial Energia Pará, por meio da Lei Rouanet.

Serviço:
Oficinas de Formação Artística do II Festival de Teatro do Tapajós

Datas: 17 a 21 de março/2026
Local: Sesc Santarém – Rua Wilson Dias da Fonseca, 535 – Centro
Entrada: Gratuita (vagas limitadas)
Mais Informações: festeatrotapajos.com.br/ii-festival-oficinas

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